Dever de um bom gestor

Todos aqueles que lidam com o que é público devem ter por primeiro como característica sua ter respeito por si próprio, é um dever que não é muito propagado, haja vista que todos dizem que tem que ter respeito pelo público, porém, não é este o principal requisito. De certo, a palavra não seria respeito, mas pudor, uma vez que aquele que tem medo de ser ridicularizado em público possui pudor, possui desejo de ser bem visto.

Aqueles que desejam ser bem vistos pela sociedade ao qual está inserido, com certeza, nunca iram desejar ver ser nome sendo proclamada pelos cantos como alguém que não é de boa qualidade, que não possui bom histórico. Sendo assim, quem quiser ser um representante popular deve começar a trabalhar em si o pudor, começar a rever seus conceitos do que é certo ou errado, fazer um balanço de se aquilo que ele ver como algo aceitável é realmente algo que é bem visto pela maioria dos demais.

Um líder que possui pudores nunca cometerá atos infames, mas, viverá olhando seus passos e repensando aquilo que tem feito, para que seus passos não sejam causa de vergonha para si e para sua família. Com efeito, administrará para o público de modo primoroso, porém, olhará para si mesmo, pois sua boa fama será seu limite.

O espanto com o que não é mais espantável

Tudo que está fora do nosso cotidiano gera desconforto quando ele se aproxima e quer se tornar algo cotidiano, ou seja, antes era algo estranho, porém, agora se alvora a querer ser algo que nos pertence. Parece ser uma sentença equidistante da realidade, visto que algo que não é de nosso desejo nunca se tornará algo que nos pertence. Todavia, não é assim que as coisas acontecem, vejamos.

Quando um determinado fato acontece repetidas vezes sobre os nossos olhos ele se tornará uma coisa que não é mais estranha para nós e, aos poucos, vai se tornando aceitável, mesmo que não seja algo dito por nós como bom. É isto mesmo! O que antes era mal pode se tornar bom. Mas, por qual motivo? Não há outra resposta a não ser por nossa inércia.

Quando deixamos que uma realidade aconteça repetida vezes diante dos nossos olhos e nada fazemos que ela pare, ela se tornará algo aceitável para nós mesmos. Por isto, caso acredite que algo é mal, não permita que ele se torne bom, o expurgue logo de sua vida, tornando algo passado e esquecido.

Isto pode ser feito por uma concentração espiritual, onde diremos para nós mesmos, não permitiremos que isto se propague, mas lutaremos para que o que é mal continue sendo mal, que sua essencial nunca mude.

Tudo que vivemos se constrói no mundo das ideais e pode ser destruído também no mundo das ideias.

Qual a importância do tempo útil

Os tempos hodiernos exige o máximo de aproveitamento de cada segundo das nossas vidas. Cada segundo deve ter uma utilidade, até mesmo quando não estamos fazendo nada este nada se tornar algo útil, haja vista que estamos dedicando para restabelecer nossas forças. Se acaso dedicarmos segundos que não tenham utilidade, estamos a perder um tempo que não temos. Ninguém pode ficar ocioso, caso fique, tornar-se para seus pares um ser desprezível.

Esta é uma realidade que não tem mais volta, não podemos fazer que nossa vida se torne um passado sem sentindo. Temos que dar cor aquilo que estamos vivendo. Se escolhermos ser um cinza em meio a vários coloridos, não terá outra saída, nos identificaremos como peça que não estão em movimento, que, como consequência, serão substituídas por esta engrenagem que é a sociedade atual.

Aqueles que fazer de sua vida um nada não podem ser punidos, porém, um terceiro que faz que percamos segundos deve ser punido, haja vista que está a prejudicar de modo agudo um indivíduo que não é submisso a suas práticas, por fazê-lo perder tempo. O tempo se tornou algo tão precioso que não deve ser jogado no lixo, que não deve ser inutilizado.

Nas relações civis, um terceiro que faz outrem dedicar seu tempo a algo que não terá consequência lógica nenhuma deve ser punido. Mas, como punir? Aqui estamos a falar de relações civis, ou seja, ilícitos de menor potencial lesivo, caso comparado com os penais, que muitas vezes sua consequência maléfica é ceifar a vida de uma pessoa.

A punição mais sensata em termos civis é a punição econômica. Não há algo que seja mais penoso para alguém do que ter que retirar do seu patrimônio uma quantia para ressarcir um dano que cometeu. Sendo assim, esta é a punição que gerará um fim pedagógico, pois causaram um sofrimento que levará o infrator a repensar o dano que causou.

Nada mais justo que punir aquele que cometeu um ilícito civil com a obrigação de pagar uma quantia. Quem comete ilícitos civis deve ser punido com o que mais dói no meio civil, penalidade financeira, quer pessoa natural/física, quer pessoa jurídica/fictícia. Isto sem dúvida é o que gerará um desconforto imediato e que fará repensar suas más práticas.

Mas, para que esta punição não se torne também algo por demasia vazio, ou seja, uma punição leve que não surgirá efeito. Devemos dizer que o sem efeito é a consequência de a punição não levar o infrator a repensar suas práticas nefastas. Com efeito, uma punição tão leve que ele – o infrator – pensará, possa continuar assim, visto que a punição é tal ínfima que não gera nenhum distúrbio no meu patrimônio.

Uma punição tem que ser uma punição, ou seja, algo que gera um sofrimento no punido, se isto não acarreta, não será uma punição, mas se tornará algo que leve ao descrédito daquele que está punindo. Isto acaba sendo o efeito de uma punição sem sentido, tornar o agente que aplica a regra uma ser desprovido de autoridade.

Como resumo, podemos dizer que aquele que faz um indivíduo na modernidade perder tempo comete um ilícito civil; também trazemos que o infrator deve ser punido economicamente, sendo a única punição cível cabível; outra sentença é que o órgão punidor deve dar uma punição que gere sofrimento, para que sua autoridade não desfaleça.

Como sopesar as provas

Nestes dias vemos como anda tão difícil para ponderar o que é verdade ou o que é mentira, devido a enxurrada de informações que nos são dadas para um mesmo fato. Resumamos, para tornar mais clara a explicação, no caso do Presidente, a uma alegação que ele recebeu uma visita, porém, afirma o mesmo que se encontrava em outra cidade que não se localizava em sua residência.

Deve se ponderar os fatos, nunca devemos ter a primeira informação como aquele que é mais contundente. Caso abracemos a primeira informação como a mais segura, excluiremos todos as outras que surgirem. Devemos receber uma informação e armazená-la, nunca possamos reservar espaço maior do que ele merece, devemos armazená-la com peso que ele merece, qual seja, de informação duvidosa.

Isto que devemos fazer, toda informação, que aqui classificaremos como prova, deve ser tida por duvidosa, por mais verdadeira que ela seja naquele momento que a recebemos. Nunca tenhamos uma informação como verdadeira, isto é uma regra de ouro nos tempos que vivemos. Todas as provas devem ser aceitas para que um fato seja solucionado.

Devemos esperar que venha as novas provas, quando elas vierem temos que analisar qual delas condizem com o bom senso, qual seja muito malversada, deve-se esperar até que venha uma mais prudente

Outra indicação é que não devemos por prazo para que para que venha novas provas, haja vista que elas devem demorar muito. Tem-se que ter paciência.

Uma prova deve ser ponderada, nunca adorada.

Deve se repensar os efeitos das indenizações

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região condenou uma empresa a pagar 20 mil – 1.666,66 ao ano – a um empregador que se comprometeu a contratar um trabalhador, porém, não cumpriu, fazendo que seu postulante ao cargo pedisse demissão do emprego que possuía, vindo a ficar, assim, desempregado por sua única culpa.

Segundo o entendimento que prevalece no momento, a indenização serve para fins pedagógicos, ou seja, somente serve para o culpado, aquele que comete ilícito civis, e, no mais das vezes, não serve de nada para a parte que foi ofendida, visto que seu valor é muito ínfimo.

As indenizações não devem somente servir para perdas, mas também para danos, e o que vemos é o que o dano não está sendo amenizado.

A justiça brasileira deve evoluir muito para nosso Código Civil seja efetivamente cumprido.

Site criado com WordPress.com.

Acima ↑