Nesta semana foi aprovada pela União Europeia a
reforma da Lei de Direitos Autorais que rege nos países que pertence a este bloco.
Como tudo que é referente a internet, gerou muitas críticas a seu respeito,
principalmente com posicionamentos contrários.
Em suma, a reformar traz que os gerenciadores de conteúdo deveram compartilhar os lucros com a aqueles que são os produtores, ou seja, caso uma empresa ou pessoa A produza o conteúdo B e a empresa C que é gerenciadora de conteúdo – empresa que possui um aplicativo que somente serve para que usuários possam criar um perfil que serve para compartilhar coisas – compartilhe o lucro obtido a caso um terceiro compartilhe o conteúdo B da empresa ou pessoa A. Ipso facto, fará que quem produz o conteúdo que foi disseminado na internet ganhe mais com isto.
A fora todo interesse econômico, esta reforma pode gerar dificuldades para se tornar algo mais conhecido no meio cibernético, caso uma pessoa publique algo somente para ganhar conhecimento público, tal produção encontrará este bloqueio.
Vemos tal bloqueio como saudável, haja vista que
indivíduos que somente publicam algo para que seja disseminado tem como fins
espalhar coisas ruins, exemplo, produtores de mentiras. Não é de se crer que
alguém vai produzir algo constantemente somente para que pessoas saibam que ele
existe, isto não é lógico, não estamos aqui a defender o capitalismo, mas, embasados
na teoria que todo mundo precisa comer.
É de se ressaltar que tal regulamento somente se
aplica a países europeus que são consignatários do bloco econômico chamado
União Europeia, ou seja, diretamente não se aplica ao Brasil, porém, pode ser
atingindo indiretamente ao um conteúdo seu ser barrado na Europa por não
atender a nova lei internacional.