A previdência social no Brasil é dividida em planos básicos, de índole compulsória, e em planos complementares, que são de adesão facultativa. Os planos básicos possuem uma sistemática própria que, em meio a diversas regras de custeio, busca se tornar um sistema forte e que gera segurança para os segurados.
A previdência complementar é aberta para qualquer trabalhador, visto que existem planos que são geridos por instituições financeiras que aceitam a adesão de qualquer pessoa. Porém, não gera muita segurança para ser tido como o único fundo em que se verterão aportes para que, no futuro, se receba uma aposentadoria. A previdência complementar está sujeita a variações do mercado e a infortúnios que podem acontecer na vida do segurado.
O plano básico de previdência ainda é visto como o mais seguro, tendo em vista que é custeado pelo Estado, pelos empregadores, pelo trabalhador e, de modo indireto, por toda a sociedade, formando assim uma corrente que garante força para os dias que virão, tendendo a suportar diversas adversidades.